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Hoje a seleção masculina de vôlei sagrou-se campeã pela 26ª do torneio sulamericano, em 26 participações, classificando assim para a Copa do Mundo do Japão em novembro e entrando na luta por uma das 3 vagas olímpicas deste torneio.
Foi um campeonato apagado, sem transmissão ao vivo e contra adversário com nível muito abaixo da nossa seleção e serviu apenas para classificar à Copa do Mundo mesmo, infelizmente a situação do vôlei sulamericano é péssima com ninguém a altura do Brasil e nenhum trabalho promissor para o futuro. A quase nenhuma divulgação do torneio é a mostra maior disso.
Ontem a seleção masculina de vôlei estreiou no sulamericano, competição que classifica o campeão para a Copa do Mundo no Japão, e venceu com muita facilidade o Uruguai por 3×0. Hoje 22h o jogo será contra outro adversário que não é ameaça para os campeões olímpicos e mundiais porém, o campeonato não está prestigiado, até pelo fraco nível técnico dos adversários do Brasil, tanto que nem ontem nem hoje a TV está transmitindo os jogos, até o tênis do US Open tem transmissão ao vivo.
Infelizmente o Brasil é a única seleção sulamericana com condições de atuar em alto nível mundial e com isso esvazia toda e qualquer competição local. A importância do sulamericano é a classificação para a Copa do Mundo, onde os 3 primeiros classificados na competição de novembro no Japão tem vaga assegurada na Olimpíada de Pequim/2008.
Vamos esperar o feriado e fim de semana para que alguém transmita os jogos do Brasil.
A Seleção de vôlei masculino volta com seu time principal para a disputa do sulamericano de vôlei que será começa a partir do próximo domingo no Chile, essa competição classifica o campeão para a Copa do Mundo de Vôlei que será disputada em Novembro no Japão e que classificará os 03 primeiros colocados para a Olimpíada de Pequim/2008, sendo assim o caminho mais curto para a disputa dos jogos ano que vem. Sem surpresas o time será o mesmo campeão do Panamericano do Rio de Janeiro mês passado, com os levantadores Bruno e Marcelinho, dando mostras que Marcelinho não volta ao time ao menos por enquanto. O time brasileiro domina o torneio disparado com 25 conquistas contra apenas 01 da Argentina em 26 edições do torneio.
Já no feminino continua a teimosia do técnico José Roberto Guimarães na convocação do time para o sulamericano, que também será no Chile a partir de 26 de setembro, apesar da convocação de Jacqueline que volta de suspensão, outras atletas chamadas novamente não mereciam estar lá como Sassá, Paula Pequeno e Walewska e algumas novidades como a eficiente ponta Natália e a levantadora Fabíola (apesar que prefiro Carol Albuquerque) e finalmente ficaram de fora Renatinha e Érika ( que com sorte não volta mais). Após o vice campeonato no panamericano e o fraquíssimo sexto lugar no GrandPrix essas mudanças ainda são poucas pra nossa seleção retomar o caminho certo, ainda senti falta de Mari e Valeskinha nessa convocação.
Terminou hoje a fase final do GrandPrix de vôlei feminino que foi disputada na China e foi confirmada má fase e as más escolhas da seleção brasileira feminina, com a derrota por 3×0 para a equipe chinesa, ficando assim em último lugar na fase final com 1 vitória e 4 derrotas apenas na frente da Polonia por ter vencido mais sets que as polonesas.
As campeãs foram as holandesas que levaram o título pela primeira vez, ficando a China com a prata e a Itália como bronze. Com esse resultado essa equipe holandesa faz história sendo a primeira equipe fora do quarteto dominador do vôlei feminino (Brasil, Rússia, China e Itália) a vencer o GrandPrix.
Para o Brasil fica a lição que não adianta chamar jogadoras que não possuem competência (casos claros de Érika, Sassá e Paula Pequeno) e sem experiência (como Thaissa e Regiane) pensando que elas vão resolver ou dar conta do recado. Necessitamos das melhores jogadoras em quadra e por isso este torcedor insiste na convocação de Mari, Valeskinha e mesmo de Jacqueline assim que sua suspensão por dopping se resolver e o esquecimento de Walewska, Érika, Paula Pequeno, Sassá que já demonstraram não possuir estrutura para a disputa de jogos importantes.
Após vencer a primeira partida na quarta feira contra a Polonia por 3×0 a seleção brasileira feminina de vôlei perdeu duas partidas seguidas 2×3 para Rússia ontem e 2×3 para a Holanda hoje, com isso não tem mais nenhuma chance de conquistar o título do GrandPrix este ano, que seria o 7º título brasileiro.
Agora resta torcer para um pódio.
Felizmente o vôlei é um esporte onde o melhor ganha em mais de 95% dos jogos, demonstrando assim que as escolhas do técnico brasileiro José Roberto Guimarães durante as convocações e os cortes de jogadoras importantes do time, como Mari, Valeskinha e Carol Gattaz tornaram nossa seleção instável e fraca em relação suas adversárias diretas fazendo com que perdesse 03 das últimas 4 partidas.
Assim pelo menos serve de lição para as próximas competições e com sorte Erika e Sassá não estarão no time.
A última rodada da fase de classificação do GrandPrix de vôlei feminino teve lugar em Taipei e mesmo conhecendo sua primeira derrota a seleção feminina de vôlei do Brasil terminou em primeiro lugar, enfrentando agora a Polonia como primeiro adversário na fase final a partir das 2:30h da manhã desta quarta feira. O time brasileiro ainda demonstrando inconsistência enfrenta o último classificado em busca do tetracampeonato do torneio e o sétimo título brasileiro.
A segunda rodada do Grand Prix de vôlei feminino terminou no fim de semana passado com a seleção brasileira feminina de vôlei vencendo os 3 jogos (contra Japão, Taiwan e Holanda), sendo a única equipe invicta do torneio e mantendo a liderança isolada, a frente de Rússia, EUA, China e Cuba. Para a fase final classificam-se os 5 times melhor classificados junto com a China dona da casa.
O próximo fim de semana será a 3ª e última rodada com o Brasil enfrentando Republica Dominicana, Taiwan e Itália para defender a liderança.
Mesmo ganhando a equipe brasileira ainda está aquém do seu potencial, tanto que o destaque da última rodada foi a ponta Érika que na opinião deste humilde torcedor não deveria fazer parte do grupo.
A seleção brasileira feminina de vôlei venceu a Itália ontem por 3×2 em uma partida repleta de altos e baixos, algo que vem marcando o jogo do time de José Roberto Guimarães ao longos das últimas competições. Com a vitória o Brasil garantiu o primeiro lugar do grupo nesta primeira fase e seguem agora para o Japão onde jogam na sexta feira novamente com a Holanda.
O destaque do time foi novamente a oposto Sheilla que lidera as estatísticas do campeonato como melhor atacante com 57 pontos, sendo ainda a 3ª melhor bloqueadora e a quinta maior sacadora. Sheilla tem sido referência na seleção após a traumática campanha de Atenas/2004 e infelizmente anda sobrecarregada pelo corte de Jacqueline (dopping) e Mari (por questões técnicas segundo José Roberto) que seriam suas companheiras ideias no time titular.
A seleção feminina de vôlei estreou hoje no Grand Prix jogando contra a seleção da Holanda e obteve uma fácil vitória e mesmo com um time misto foi muito superior que as adversárias fechando o jogo em 3×0. O Brasil entrou em quadra com um time diferente do que jogou o Panamericano e mesmo com a saída de Walewska e Sassá o técnico José Roberto Guimarães insistiu em colocar Érika no time titular.
Na primeira fase nossa seleção jogará contra Taiwan amanhã ás 12h de Brasília e ainda não enfrenta as seleções de maior nível do torneio, a apreensão que fica em nós torcedores é em relação a complicação destes jogos nas próximas fases. O Brasil é o atual tri-campeão do torneio sendo que já vencemos por 6 vezes.
Como torcedor ando muito revoltado com o técnico da seleção feminina de vôlei José Roberto Guimarães, não só pelas convocações “polêmicas” mas também pelas dispensas.
A última foi a dispensa da oposto Mari do time que inicia a disputa do Grand Prix de vôlei feminino no próximo dia 03 de agosto, dizendo que as portas da seleção continuam abertas para Mari, Zé Roberto frisou que ela terá que correr atrás de novo para voltar ao time. É fato que Mari não tem apresentado um bom vôlei desde o fatídico jogo da semifinal de Atenas contra a Rússia e as duas cirurgias no ombro e no abdomen, mas isso não justifica um corte e a manutenção de jogadoras como Érika que não possui força, vontade e capacidade para estar na seleção. Acredito que Mari poderia jogar bem como ponta no lugar de Jaqueline suspensa por dopping e de Sassá que também não vem apresentando um bom jogo.
Para o Grand Prix Fofão e Walewska estarão de folga e ao invés de convocar a Valeskinha ele chamou a Thaísa que é uma boa jogadora mas, não chega aos pés da Val.
Acorda Zé Roberto, acorda que do jeito que está não dá!!