A gripe não me permitu lembrar todos os eventos esportivos que acontecem no momento e acabei deixando passar o pré-olímpico de basquete masculino que entrou em sua fase final ontem. Posso dividir em duas partes o pensamento sobre os jogos que assisti.
Na 1ª parte admito a surpresa com o desempenho da seleção brasileira que tem apresentado um excelente basquete, dando mostras que teremos algumas boas alegrias nesse esporte em um futuro próximo. A média de idade da equipe é baixa, boa parte dos jogadores atua na NBA (casos de Leandrinho, Nenê, Thiago Spliter que está se transferindo para os Spurs de San Antonio) e de grandes times da Europa todos mostrando uma ótima técnica, vontade de ganhar e acima de tudo dedicação. Ontem tropeçaram contra Porto Rico e ficaram em uma posição difícil para a classificação, tendo agora que vencer todos os 3 jogos restantes desta fase e a semifinal para garantir a vaga em Pequim.
Na 2ª estou admirando o excepcional basquete da equipe americana que voltou a mostrar o brilhantismo, seriedade e espetáculo, que lembra (de longe ainda é claro) o maravilhoso Dream Team que venceu as Olimpíadas de Barcelona em 1992. O time é unido, as grandes estrelas como Kobe Briant, Carmelo Antony e Lebron James tem mostrado a humildade necessária para se formar um grande time e assim eles tem arrasado com todos os adversários. Seguem assim no rumo certo para Pequim e enfrentar as grandes seleções européias como a Sérvia, Espanha, Lituânia e atual campeã olímpica a Argentina que está disputando o pré-olímpico com um time muito bom mas não é sua equipe principal.