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	<title>CoolT &#187; entrevista</title>
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	<description>Circo, Teatro, Performance e demais artes cênicas</description>
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		<title>CoolT entrevista Márcio Ballas</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 21:35:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexj</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[palhaço]]></category>
		<category><![CDATA[jogando no quintal]]></category>

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		<description><![CDATA[Para a estréia da sessão &#8220;CoolT entrevista&#8221;, tivemos a honra de bater um papo com Márcio Ballas, um dos melhores palhaços do Brasil e fundador do Jogando no Quintal. Crédito: Fred Bottrel Coolt: Quando, como e porque você resolveu se tornar palhaço? Márcio Ballas: Em 94 fiz um curso de clown com um cara chamado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para a estréia da sessão &#8220;CoolT entrevista&#8221;, tivemos a honra de bater um papo com Márcio Ballas, um dos melhores palhaços do Brasil e fundador do <a href="http://www.jogandonoquintal.com.br" target="_blank">Jogando no Quintal</a>.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://tavoladigital.com.br/blogs/coolt/files/2009/04/mballas_fredbottrel.jpg" alt="Fred Bottrel" align="center" /><br />
Crédito: Fred Bottrel</p>
<p><strong>Coolt: Quando, como e porque você resolveu se tornar palhaço?</strong></p>
<p><strong>Márcio Ballas</strong>: Em 94 fiz um curso de clown com um cara chamado Fernando Vieira. Igual a esses cursos que eu dou atualmente de um final de semana, para iniciantes. Daí fiquei encantado com a linguagem e comecei a fazer todos os cursos que apareciam, mesmo tendo me formado em Marketing na ESPM e ter um negócio próprio. Depois de 3 anos,eu resolvi largar tudo, fui morar na França e ser palhaço profissional.</p>
<p><strong>C: Recentemente houve uma &#8220;explosão&#8221; de espetáculos de improvisação, como o <a href="http://improvavel.com.br/" target="_blank">Improvável</a> e o <a href="http://www.zenasemprovisadas.com.br/" target="_blank">ZÉ </a>(zenasemprovisadas). Qual a influência que o Jogando no Quintal teve para o surgimento e a consolidação deste &#8220;movimento&#8221;?</strong></p>
<p><strong>MB</strong>: A meu ver o Jogando no Quintal em São Paulo e o ZÉ no Rio foram dois espetáculos muito importantes para a popularização dos espetáculos de improviso, até porque nós somos os poucos que ensinam a técnica no Brasil.</p>
<p>Muitos grupos nos contam que viram o Jogando e daí resolveram trabalhar com improvisação. O próprio Improvável -  que é atualmente um fenômeno pois <a href="http://www.youtube.com/user/videosimprovaveis" target="_blank">já foi visto na Internet por mais de 20 milhões de pessoas</a> &#8211; se inspirou no Jogando no Quintal e no ZÉ tambem.</p>
<p>Na época, eles me chamaram para dar um curso para eles e eu acabei me envolvendo. Hoje faço uma orientação artística para o projeto.</p>
<p><strong>C: Com o passar do tempo, o Jogando teve desdobramentos, como a <a href="http://www.bandagigante.com/" target="_blank">Banda Gigante</a>, o espetáculo Caleidoscópio e o infantil O mágico de Nós. Você e o <a href="http://www.jogandonoquintal.com.br/cizar.asp" target="_blank">César Gouvêa</a> (na posição de criadores / fundadores do Jogando) excercem alguma influência nestes projetos ou eles tem total autonomia, ficando sob a responsabilidade somente das pessoas diretamente envolvidas?</strong></p>
<p><strong>MB</strong>: Depois de muitos anos pesquisando e treinando sozinhos (no Brasil poucas pessoas trabalhavam com improviso) sentimos vontade de aprender mais e nos aprofundarmos. Assim, organizamos 3 festivais Internacionais para ver grupos de outros países que trabalhavam há mais tempo com a impro.</p>
<p>Vieram grupos da Argentina, Colômbia, Espanha, Equador e Chile.</p>
<p>Inspirados nos espetáculos que assistimos e no nosso aprofundamento técnico surgiu a vontade de novas criações.</p>
<p>O César então dirigiu &#8220;O Mágico de Nós&#8221; que é o primeiro espetáculo de improviso INFANTIL do Brasil que nós conhecemos e eu fui dirigir o &#8220;Caleidoscópio-um espetáculo de improvisação teatral&#8221; que é uma peça de uma hora totalmente improvisada,inspirada em alguns elementos que o público nos dá. Diferentemente do Jogando, é um espetáculo de humor,lirismo e poesia.</p>
<p><strong>C: A itinerância (os espetáculos já passaram pelos &#8220;estádios&#8221; das ruas Cotoxó e Faustolo e por espaços como Cuca, Amorim, Cachaçaria Paulista, Teatro Santa Cruz até chegar ao Tuca) é uma opção, uma necessidade ou ambos?</strong></p>
<p><strong>MB</strong>: Cada temporada depende de alguns aspectos como patrocínio, disponibilidade de teatro, agendas etc</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Ping Pong</span></strong></p>
<p><strong>- E o palhaço o que é?</strong><br />
Um ESTADO.</p>
<p><strong>- Se não fosse palhaço eu seria:</strong><br />
Improvisador (aliás,estou tentando ser !)</p>
<p><strong>- Improvisar é:</strong><br />
estar presente no momento,no aqui agora, criando e dirigindo minha própria história</p>
<p><strong>- Marcio Ballas por João Grandão:</strong><br />
&#8220;Incrível !&#8221;</p>
<p><strong>- João Grandão por Marcio Ballas:</strong><br />
&#8220;Incrível também&#8221;</p>
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