Sempre que me perguntam o que (ou seria quem?) me despertou o interesse pela arte do palhaço, lembro de duas pessoas, que, mesmo talvez sem terem sido os responsáveis diretos pelo “clique”, exerceram influências fundamentais para esta minha escolha (profissional e pessoal).
Uma delas é o Helder da Rocha, o instrutor de um curso de Java (é, já passei por essas coisas na vida) que fiz certa vez na Impacta e que, entre uma aula e outra, me falou bastante de palhaço e comicidade.
De vez em quando, o encontro por aí. Às vezes ele está no “papel” de consultor de TI, em outras no de ator, circulando entre os Satyros e os Parlapatões, na Pça Roosevelt.
A outra pessoa – o real motivador deste post – foi um aluno da ESPM. O vi – caracterizado como clown – uma única vez, durante o espetáculo em comemoração aos 45 anos da faculdade, que ocorreu na quadra da R. Alvaro Alvim.
O cara tinha cabelos compridos e estava com a clássica máscara branca, o nariz vermelho e a roupa listrada que os mímicos também usam. Lembro especialmente de uma cena em um balanço, onde havia também uma flor e uma menina (também aluna). Provavelmente, eram do grupo de teatro.
Isso foi em 1996 e, se a memória não me falha, eles eram da turma que se formaria naquele mesmo ano.
Não sei como o tal clown se chama e menos ainda por onde anda.
Justamente por isto, tive a idéia de tentar identificá-lo e procurá-lo, usando o blog e as redes sociais como ferramenta de pesquisa e networking.
Encaro esta jornada como uma experiência, num misto de “caça ao tesouro” e inteligência colaborativa.
Pretendo, como resultado “acessório”, explorar e entender um pouco mais a força das conexões sociais que a chamada Web 2.0 permite.
O meu desafio – que procurarei relatar no blog – é primeiro identificar esta pessoa e, depois, tentar descobrir se ainda segue clowneando por aí.
Toda e qualquer ajuda é bem-vinda.
Pistas, dicas, sugestões e mensagens de incentivo podem ser postadas nos comments.
Mãos à obra.
Olá alê
Então, eu participei da peça dos 45 anos da ESPM, e não consigo me lembrar da cena que vc descreveu. Mas tenho muito contato com pessoas dessa época ( e muitos trabalham com Teatro). Se quiser posso tentar ajudá-lo a localizar o clown. Bom, tamos aí.
abraços
Anselmo
Fala Jungerman, tudo bem?
Conhecia ele, amigo de um amigo, que inclusive frequentou minha casa algumas vezes.
Me lembro que, no dia da peça, desci até o camarim (banheiro masculino da quadra) pra cumprimenta-lo.
O nome dele é Helvio, ou Helcio, não me recordo muito bem, era da turma lá de Pinheiros (o bairro, não o clube)
Quando chegar no meu micro dou uma olhada pra ver se encontro o contato dele.
Abraço
Alê,
Achei o cara!
O nome dele é Ézio (tava chegando perto).
Ezio R. Lorenzetti, pra ser mais exato.
Mandei um email pro meu amigo em comum e nunca tive retorno e hoje, do nada, me caiu a ficha de que o nome dele era Ézio, diferente do que tinha te falado. Aí foi fácil… busca no Facebook e achei ele por meio de outros amigos da ESPM (o Zé e a Fê Franco).
Bom, sem mais delongas, o link dele no facebook é: http://www.facebook.com/profile.php?id=679886727
Forte abraço!
ACHOU
Sim sou eu o referido clown, a peça a que se refere acho (pois fiz 2 na ESPM) que se chama LOMBRIGAS AUTOMATICAS NAO SABEM TROCAR FUSIVEIS – e tinha como diretor Dan Philip (mais conhecido hoje como Dan Stuback, acho que assim que se escreve, depois que ele virou ator global) a garota em questao, que recebia a flor era Vivi, que nunca mais vi, na verdade as pessoas do grupo de teatro nao me conheciam muito, pois fui convidado, por Dan, quase no final da montagem para fazer uma participaçao especial, visto que fazia circo na época, com a galera do extinto Acrobatico Fratelli.
Fiquei muito lisongeado pela sua busca e muito feliz em saber que o meu papel naquela peça teve alguma influencia em alguem, já faz muitos anos que nao atuo como palhaçao (o clown que fiz nas peças era um Claudius da comédia dell’arte) mas me recordo dessa época com muito saudosismo, hj tenho me interessado muito por stand up comedy, da pra perceber que gosto de emocionar as pessoas seja rindo ou chorando, mas sempre com alegria.
Fico feliz tb que sua procura atraves de blog e redes sociais tenha funcionado, o que prova que essas ferramentas sao eficientes no que se propoem.
Agora que vc me achou no facebook, podemos conversar mais sobre esse assunto.
Atenciosamente,
Ezio R. Lorenzetti
“o clown achado”
Gostaria muito de ver fotos daquela peça, vamos nos unir e ver se conseguimos alguma coisa?
Ezio,
Eu ia perguntar exatamente isto, se você tem fotos, do espetáculo. Conte comigo para procurá-las.
Abs